terça-feira, 15 de novembro de 2011

Nos@Europe - Montemor a caminho de Bruxelas





A Escola Secundária de Montemor-o-Novo ficou apurada para a fase seguinte do Concurso Nos@europe, promovido pela Universidade de Aveiro, a nível nacional, com prémio atrativo: uma viagem a Bruxelas.

Vários professores aderiram a este projeto, ao qual  o Clube Europeu  se associou também, tal como a biblioteca, local escolhido por quatro das seis equipas concorrentes para realizar a primeira prova, o Quiz.

Das sete equipas da área do Alentejo, seis são desta escola e passam à fase seguinte:

     Geógrafas
     Minideputados
     Turistas da seara

Para eles, parabéns e inspiração para a prova  de texto, a seguir.

Às restantes equipas -  Turistas alentejanos, Alentejaninhos e Turistas da planície - obrigado por terem participado, sabemos que gostaram da experiência e contamos convosco para novas aventuras. 

Aos professores Antónia Salgueiro, Cristina Ferreira,  Helena Roquete, João Mulas e Sónia Custódio, que continuem a apoiar os alunos.

hr

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Construções


Para além da novidade que o betão vai revelando dia a dia, a escola que importa neste momento continua também a ser construída, na sua atividade diária, com toda complexidade que esta organização implica.
É a escola onde vivemos e onde procuramos envolver todos na perseguição das metas, objetivos  e estratégias que julgamos necessários para o sucesso dos nossos alunos.
Vários são os serviços que compõem a escola e costumamos defini-los assertivamente. Hoje, contudo, gostaria de fazer a apresentação de um serviço, de forma menos comum.
A  biblioteca da nossa escola não é um depósito de livros, jornais, revistas, filmes, música, ou outros.
Estes materiais sustentam a atividade da biblioteca, mas há que fazê-los chegar às pessoas, torná-los úteis, e isso consegue-se com ações que consigam responder a necessidades identificadas na escola pelos vários intervenientes: a biblioteca ausculta o que a rodeia, diagnostica e planeia em reflexão com o meio, gerando recursos e gerindo também os que se encontram no seio da escola e na comunidade em que esta se insere. Ou seja, a biblioteca identifica-se com a escola e, ao mesmo tempo, contribui para a sua transformação, funções que são, também, as da própria escola, sobretudo em relação aos alunos, cerne da sua existência.
A equipa de professores e funcionários auxiliares responsáveis por este setor da escola empenha-se diariamente na  manutenção, gestão e dinamização do espaço, gerindo os seus recursos e dando-lhes, assim,  verdadeiro sentido pedagógico.
Movimentar os recursos implica disponibilizar os materiais, trazer os alunos à biblioteca, familiarizando os novos e fidelizando os outros.
A biblioteca deve apoiar os trabalhos escolares: vamos à sala de aula, com trabalhos preparados para reforçar as matérias, ou apresentar novos pontos de vista; estamos presentes, diariamente, no apoio à pesquisa de informação e à elaboração dos trabalhos; respondemos às sugestões de leitura, adquirindo o que nos é solicitado, dentro das limitações orçamentais – ainda não temos jornais ou revistas este ano ; promovemos a leitura, com actividades que mostrem livros novos ou diferentes formas de chegar à leitura.
Devemos oferecer atividades que desenvolvam outras literacias – capacidade de leitura e compreensão de materiais diversos: temos cinema, teatro, banda desenhada, difusão de informação – blogue Ler Connosco, Jornal das Artes, visitas de estudo a exposições, sessões de leitura com convidados.
A biblioteca deve articular-se com o meio: apoiamos projetos de voluntariado, intercâmbio entre escolas, colaboramos com a biblioteca municipal Almeida Faria, obtemos apoio de entidades como O Espaço do Tempo.
E procuramos estar atentos, enquadrando a nossa atividade nas necessidades e nas potencialidades da escola e do meio envolvente, tentando cumprir a nossa função neste enorme desafio da  formação integral  com que a escola de hoje se debate.
hr

terça-feira, 25 de outubro de 2011

DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR




24 de Outubro foi a data escolhida este ano pela Rede de Bibliotecas Escolares para celebrar a importância das bibliotecas escolares.

Como a meteorologia não ajudou, não pudemos fazer a festa na esplanada, como previsto, mas instalámo-nos com o conforto possível no corredor de acesso à biblioteca, zona de passagem quase obrigatória para a maior parte da população escolar.
Inaugurámos o Bookcrossing, que esperamos ser uma atividade que aproxime os leitores dos livros, tendo em linha de conta o seu lema: "Liberte um livro".
A decoração pretendeu dar um ar festivo a este dia, e mostrámos livros, os nossos objetos de estimação e um dos principais motivos da existência de bibliotecas escolares.
O professor José Miguel Fonseca criou um cartaz a assinalar a data e, como nunca esquecemos a opinião dos nossos utilizadores, pedimos "Uma ideia para a biblioteca".

Que este dia deixe uma boa memória, e que fiquemos inspirados com o tema proposto pela RBE para este ano:

 BIBLIOTECA ESCOLAR. SABER. UM PODER PARA A VIDA.

hr

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

" Do you have a Sweet tooth?" find english world recepies

For those with a sweet tooth,  the English Muffin  is a small bread very common in Britain and America. It´s easy to do and you can eat it with butter, gelly, cheese or any other thing you like. The British love to eat it during tea time, but any time is good to eat something so nice,especially if you are hungry! 
Discover more about the English Muffins history in:
  Ingredientes
  • 250 ml de leite english muffins
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 7 g de fermento
  • 250 ml de água quente (45ºC)
  • 60 g de manteiga ou margarina derretida
  • 750 g de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de sal
Modo de preparação
Prep: 50 min | Tempo adicional: 1 hora, descansando
1.
Aqueça o leite numa panela pequena até borbulhar. Então, retire-o do lume. Acrescente o açúcar, mexendo bem para dissolvê-lo. Deixe o leite arrefecer até ficar morno. Numa tigela pequena, dissolva o fermento na água quente. Espere cerca de 10 minutos até obter uma mistura cremosa.
2.
Numa tigela grande, junte o leite com a mistura de fermento, a manteiga e metade da farinha. Bata até obter uma nova mistura homogénea. Acrescente o sal e o resto da farinha. Ou, então, o suficiente para obter uma massa macia. Sove a massa, depois coloque-a numa tigela untada, cubra-a e deixe-a crescer.
3.
Volte a sovar a massa. Abra-a até atingir 1 cm de espessura. Faça círculos usando um cortador de biscoitos ou um copo. Polvilhe o papel-manteiga com farinha e coloque os círculos aí para que possam crescer. Polvilhe os muffins com farinha também. Cubra-os e deixe-os crescer por 30 minutos.
4.
Aqueça uma frigideira untada. Doure os muffins por cerca de 10 minutos de cada lado, em lume médio. Mantenha-os num forno aquecido até todos terem sido assados. Você pode cortá-los ao meio e rechear como quiser.

Enjoy!
cm
English muffin sandwich
Rende: 18 unidades, aproximadamente e fica pronto em 1 hora 50 min

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

CURIOSITIES OF ENGLAND - 12th October

CURIOSITIES OF ENGLAND - 12th October

London Pearly Kings and Queens: Pearly King of Finsbury ParkLondon Pearly Kings and Queens: Pearly Queen of Crystal PalaceThe Pearly Kings and Queens Harvest Festival at St Martin-in-the-Fields on Trafalgar Square ( London). The 'Pearlies' were costermonger's (street seller of fruit; apples, oranges etc.) and their distinctive costumes are said to have sprung from the arrival of a big cargo of pearl-buttons from Japan in the 1860's.

Não percas este excêntrico festival em Londres e não te deixes surpreender por tantas pérolas! Descobre mais em: http://golondon.about.com/od/londonpictures/ig/Pearly-Kings---Queens/
cm
 

English discoveries



A partir de hoje, vamos incluir neste blogue e nos restantes espaços de comunicação da biblioteca escolar a nova rubrica:

ENGLISH DISCOVERIES

Poderás encontrar curiosidades, efemérides, passatempos, e participar também, com ideias, materiais, trabalhos, em torno da língua inglesa.

Para tal, passa na biblioteca ou contacta a professora Carla Marvão, que deixa a seguinte mensagem de boas-vindas:

                            "In the past, nobody had a watch but everyone had time.
                             Now everyone has a watch but nobody has time. True, isnt it?"

                           So find time to discover and enjoy with us.
                           Have a nice day!
                                                                                         cm
                           

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Lê mesmo!

Trazemos-te hoje uma proposta de leitura, à espera de opinião.

O protagonista desta história chama-se Holden Caulfield e tem algumas manias.
A maior talvez seja pensar que é mesmo mau rapaz.

Costuma ser expulso dos colégios:
"Puseram-me a andar. Já não voltava depois das férias do Natal, por ter chumbado a quatro disciplinas e por não me aplicar e isso. Fizeram-me várias advertências para que eu me aplicasse - principalmente a meio dos trimestres, quando os meus pais vinham a uma reunião com o velho Thurmer -, mas eu não liguei."(p.11)

Acha-se um bronco:
"O livro que andava a ler era um que trouxe da biblioteca por engano.(...)Deram-me África Minha, de Isak Dinesen. Pensei que ia ser barrete, mas não. Era um livro bastante bom. Sou bastante inculto, mas leio muito."(p.27)


Diz que tem pouca consideração pelos sentimentos dos outros:
"O que acontece é que a maior parte das vezes,  quando estamos bestialmente perto de fazer aquilo com uma miúda(...), ela põe-se sempre a dizer-nos para parar. O problema comigo é que eu páro mesmo."(p.104)


Tem opiniões muito vagas e pouco consistentes:
"Apetecia-me rezar ou assim, quando estava na cama, mas não conseguia. Nem sempre consigo rezar quando me apetece. Para já, sou um pouco ateu. Gosto de Jesus e assim, mas não ligo grande coisa ao resto das coisas na Bíblia. Vejam os apóstolos, por exemplo.(p.111)


Não tem imaginação nenhuma e a sua vida é cinzentona:
"Eh pá, o medo que me deu. Nem imaginam. Comecei a suar como um camelo - a camisa toda e a roupa interior e tudo. Depois comecei a fazer outra coisa. Cada vez que chegava ao fim do quarteirão, fazia de conta que estava a falar com o meu irmão Allie. Dizia-lhe: Allie, não me deixes desaparecer. Allie, não me deixes desaparecer. Allie, não me deixes desaparecer. Por favor, Allie. E então quando chegava ao outro lado da rua sem ter desparecido, agradecia-lhe."(.p.211)

Isto não é um teste, mas achas que ele é assim tão mau rapaz?

Se quiseres saber mais, passa pela biblioteca:

Salinger, J.D., À espera no centeio.

hr