terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nos@Europe e nós a caminho de Aveiro.

     Publicados hoje os resultados da terceira fase do concurso Nos@Europe, promovido pela Universidade de Aveiro, damos os parabéns às equipas da nossa escola, pela brilhante votação alcançada: os vídeos das Geógrafas, dos MiniDeputados e dos Turistas da Seara agradaram ao júri e ao público.
No cômputo global deste jogo, a equipa TURISTAS DA SEARA destacou-se, com a pontuação final de 70,7 pontos e ficou apurada como vencedora e representante da região Alentejo.
     Em seguida, há que preparar um tema para a Grande Final, com apresentação e defesa no dia 9 de março, na Universidade de Aveiro.
     A biblioteca congratula-se de participar, através do Clube Europeu, apoiando a equipa vencedora.
Então, bora lá aí, Turistas da Seara do 10ºTAR: António Santos, nº.5; Filomena Caetano, nº. 7; Luís Azinhaga, nº.12 e Vera Caixeiro, nº.27.
Para Bruxelas?
hr

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Ler imagens - parte II

Hoje tivemos uma nova visita da Andreia Brites.
Continuou a apresentação de livros nas turmas de 10º. de Português, na sequência do trabalho do 1º. período letivo.
A leitura de imagem é o objetivo perseguido e, ao contrário do livro "Eu espero", onde havia algum texto, a obra que hoje foi trabalhada está totalmente nua de palavras e foi uma brutal surpresa.
"Emigrantes", de Shaun Tan, foi a novela gráfica mostrada aos alunos, em sessões de 45 minutos, que poderia facilamente ocupar todo o tempo da aula, dada a beleza do texto, a novidade - e o humanismo - do livro e, por tudo isso, talvez,  o agrado com que os leitores receberam este álbum. Espero que os alunos não se esqueçam de ir visitar o site deste autor.
O trabalho continuará no próximo periodo.
Entretanto, deixo uma sugestão, dentre as últimas aquisições da biblioteca:
"O mundo num segundo"de Isabel Minhós Martins, com ilustrações de Bernardo Carvalho.
Claro que é mais um livro com imagens muito especiais.
hr

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O caderno de Maya - a vida atribulada de uma adolescente


Maya é uma jovem norte-americana nascida numa família muito pouco convencional. Tem dezanove anos quando começa a escrever a sua história, porque tem muito tempo para se dedicar à escrita, num momento em que é obrigada a sair do seu país para fugir a um destino que a aproximou de uma morte demasiado cruel.
"...um obelisco de cabelos pintados de quatro cores primárias com uma argola no nariz"  é como ela se apresenta ao amigo da sua avó que lhe oferece um esconderijo, no Chile, muito longe da vida atribulada que a deixou às portas da morte. É aí que Maya conta a sua história, enquanto começa a pouco e pouco a fazer  parte da vida daquela aldeia pacata, "paisagem imutável de água e nuvens e pastagens verdes".
Isabel Allende diz que Maya lhe deu muito trabalho a criar, chegou até "nalgumas cenas (a) apetecer-(lhe) dar-lhe um par de estalos para chamá-la à razão, e noutras envolvê-la num abraço apertado para a proteger do mundo e do seu próprio coração imprudente".
Excelente leitura para iniciar o ano.
hr

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A rir e a esticar, um Natal com histórias de encantar


 "Nino era um miúdo muito gordo, mas que também sabia ser magro.(Nino é diminuitivo, o verdadeiro nome de Nino é Menino).
   Quando se riam dele, quando espirrava, a dormir a sesta, Nino podia ficar magríssimo."

                                                                  Alface, Um pai porreiro ganha muito dinheiro

   Alface é o pseudónimo de João Alfacinha da Silva, escritor português que propomos como leitura num momento de pausa deste Natal.
   As histórias que conta são, na maioria, dominadas por um tom entre o encanto e a ironia, dados pela sua escrita sintética e muito visual: são, por exemplo, histórias com muitos filhos irreverentes, pais que passam a vida a ser despedidos e mães que caem de repente lá em casa, por vontade dos filhos e não dos pais, avós que recebem encomendas sem remetente, provenientes de destinos exóticos.
   Nos titulos "Uma mãe porreira é para a vida inteira", "Avó não pise o cocó" e "Filhos assim dão cabo de mim"  encontra o leitor uma súmula da diversão que pode encontrar, se quiser dedicar-se a estas obras de encantar.

   Fica o convite, com os votos da biblioteca escolar:
                                                                                              Natal divertido!
hr

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Via Inclusão - um contributo para uma sociedade inclusiva

Via Inclusão
Guia facilitador – guia prático para capacitar a comunidade ao acolhimento das pessoas com deficiência mental
De Pascale Millecamps e Miguel Rocha


Como o título sugere – e a informação adicional esclarece – este livro tem como objetivo alertar o leitor para o tema da inclusão da pessoa com deficiência mental na sociedade e resulta da experiência de trabalho da sua autora na área social de apoio à comunidade.

Pascale Millecamps é uma assistente social que vive em Portugal há alguns anos, com muita experiência nesta área. Trabalha atualmente como coordenadora da Comunidade Sócio-Terapêutica Casa João Cidade, instituição que se caracteriza por prosseguir “um projeto onde a pessoa deficiente tenha um papel central na gestão da sua própria vida.”

Este manual organiza-se em torno de duas ideias-chave: perceber e conviver.
A  primeira parte da obra dá-nos uma definição e um enquadramento sobre a pessoa com deficiência mental; a segunda incide de forma mais direta nas ações  e atitudes que todos podemos  e devemos adotar face às dificuldades que estas pessoas enfrentam.
O conceito fundamental que a autora pretende transmitir prende-se com o facto de que a pessoa com deficiência deve ser tratada da mesma forma que qualquer outra e que a atitude principal na  interação com ela deve pautar-se pela regra:  falar com a pessoa e não da pessoa”.
A obra surge com design e ilustração de Miguel Rocha, que recria as palavras da autora e constrói, também ele, uma história de inclusão. Não percam!

Este guia , nas palavras da autora, nasceu de encontros, apoios, inspiração e motivação.
Nasceu da partilha de valores solidários, aos quais não podemos ficar  reagir com indiferença. Por isso, da oferta deste livro à biblioteca escolar ao convite à sua autora para que viesse apresentá-lo aos alunos da escola foi um breve e rápido passo.

Pascale Millecamps virá à nossa escola no próximo dia 12 de Dezembro, para falar deste livro e da sua experiência de vida nesta área.
Talvez  possamos propor como ponto de partida para este encontro uma das frases marcantes deste guia, que mais convida a refletir sobre a necessidade da inclusão:

“Não queremos que vivam por nós, mas que nos ajudem a viver convosco.”
hr

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Português 10º. ano - Ler (mais) imagens

Hoje relembro a atividade de leitura que a biblioteca levou às turmas de 10º. ano de Português.
A mediadora de leitura Andreia Brites apresentou o livro Eu espero, de Davide Cali e Serge Bloch, traduzido da língua francesa por Miguel Gouveia, em 2008.
Trata-se de uma história de vida que mostra  o percurso de um homem banal, com os vários momentos-chave que surgem no quotidiano de todos os homens.
A forma de relato desta história é que traz  a originalidade: o livro é muito parco em palavras, desenvolvendo em todas as páginas, de forma muito sucinta, a frase do título, "Eu espero..." - acompanhado por um grafismo soberbo, em que o fio da vida é desfiado da primeira à última página, deixando o leitor encantado, comovido, nostálgico - e a lista podia ser completada pelos leitores/observadores que acompanharam a apresentação do livro.



Aos restantes, direi que poderão encontrá-lo, em breve, na biblioteca da escola.
E deixo outra sugestão, quando quiserem um livro com forte componente de imagem:
A árvore generosa, de Shel Silverstein, 1964, também disponível dentro de pouco tempo.


hr

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Nos@Europe - Montemor a caminho de Bruxelas





A Escola Secundária de Montemor-o-Novo ficou apurada para a fase seguinte do Concurso Nos@europe, promovido pela Universidade de Aveiro, a nível nacional, com prémio atrativo: uma viagem a Bruxelas.

Vários professores aderiram a este projeto, ao qual  o Clube Europeu  se associou também, tal como a biblioteca, local escolhido por quatro das seis equipas concorrentes para realizar a primeira prova, o Quiz.

Das sete equipas da área do Alentejo, seis são desta escola e passam à fase seguinte:

     Geógrafas
     Minideputados
     Turistas da seara

Para eles, parabéns e inspiração para a prova  de texto, a seguir.

Às restantes equipas -  Turistas alentejanos, Alentejaninhos e Turistas da planície - obrigado por terem participado, sabemos que gostaram da experiência e contamos convosco para novas aventuras. 

Aos professores Antónia Salgueiro, Cristina Ferreira,  Helena Roquete, João Mulas e Sónia Custódio, que continuem a apoiar os alunos.

hr

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Construções


Para além da novidade que o betão vai revelando dia a dia, a escola que importa neste momento continua também a ser construída, na sua atividade diária, com toda complexidade que esta organização implica.
É a escola onde vivemos e onde procuramos envolver todos na perseguição das metas, objetivos  e estratégias que julgamos necessários para o sucesso dos nossos alunos.
Vários são os serviços que compõem a escola e costumamos defini-los assertivamente. Hoje, contudo, gostaria de fazer a apresentação de um serviço, de forma menos comum.
A  biblioteca da nossa escola não é um depósito de livros, jornais, revistas, filmes, música, ou outros.
Estes materiais sustentam a atividade da biblioteca, mas há que fazê-los chegar às pessoas, torná-los úteis, e isso consegue-se com ações que consigam responder a necessidades identificadas na escola pelos vários intervenientes: a biblioteca ausculta o que a rodeia, diagnostica e planeia em reflexão com o meio, gerando recursos e gerindo também os que se encontram no seio da escola e na comunidade em que esta se insere. Ou seja, a biblioteca identifica-se com a escola e, ao mesmo tempo, contribui para a sua transformação, funções que são, também, as da própria escola, sobretudo em relação aos alunos, cerne da sua existência.
A equipa de professores e funcionários auxiliares responsáveis por este setor da escola empenha-se diariamente na  manutenção, gestão e dinamização do espaço, gerindo os seus recursos e dando-lhes, assim,  verdadeiro sentido pedagógico.
Movimentar os recursos implica disponibilizar os materiais, trazer os alunos à biblioteca, familiarizando os novos e fidelizando os outros.
A biblioteca deve apoiar os trabalhos escolares: vamos à sala de aula, com trabalhos preparados para reforçar as matérias, ou apresentar novos pontos de vista; estamos presentes, diariamente, no apoio à pesquisa de informação e à elaboração dos trabalhos; respondemos às sugestões de leitura, adquirindo o que nos é solicitado, dentro das limitações orçamentais – ainda não temos jornais ou revistas este ano ; promovemos a leitura, com actividades que mostrem livros novos ou diferentes formas de chegar à leitura.
Devemos oferecer atividades que desenvolvam outras literacias – capacidade de leitura e compreensão de materiais diversos: temos cinema, teatro, banda desenhada, difusão de informação – blogue Ler Connosco, Jornal das Artes, visitas de estudo a exposições, sessões de leitura com convidados.
A biblioteca deve articular-se com o meio: apoiamos projetos de voluntariado, intercâmbio entre escolas, colaboramos com a biblioteca municipal Almeida Faria, obtemos apoio de entidades como O Espaço do Tempo.
E procuramos estar atentos, enquadrando a nossa atividade nas necessidades e nas potencialidades da escola e do meio envolvente, tentando cumprir a nossa função neste enorme desafio da  formação integral  com que a escola de hoje se debate.
hr

terça-feira, 25 de outubro de 2011

DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR




24 de Outubro foi a data escolhida este ano pela Rede de Bibliotecas Escolares para celebrar a importância das bibliotecas escolares.

Como a meteorologia não ajudou, não pudemos fazer a festa na esplanada, como previsto, mas instalámo-nos com o conforto possível no corredor de acesso à biblioteca, zona de passagem quase obrigatória para a maior parte da população escolar.
Inaugurámos o Bookcrossing, que esperamos ser uma atividade que aproxime os leitores dos livros, tendo em linha de conta o seu lema: "Liberte um livro".
A decoração pretendeu dar um ar festivo a este dia, e mostrámos livros, os nossos objetos de estimação e um dos principais motivos da existência de bibliotecas escolares.
O professor José Miguel Fonseca criou um cartaz a assinalar a data e, como nunca esquecemos a opinião dos nossos utilizadores, pedimos "Uma ideia para a biblioteca".

Que este dia deixe uma boa memória, e que fiquemos inspirados com o tema proposto pela RBE para este ano:

 BIBLIOTECA ESCOLAR. SABER. UM PODER PARA A VIDA.

hr

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

" Do you have a Sweet tooth?" find english world recepies

For those with a sweet tooth,  the English Muffin  is a small bread very common in Britain and America. It´s easy to do and you can eat it with butter, gelly, cheese or any other thing you like. The British love to eat it during tea time, but any time is good to eat something so nice,especially if you are hungry! 
Discover more about the English Muffins history in:
  Ingredientes
  • 250 ml de leite english muffins
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 7 g de fermento
  • 250 ml de água quente (45ºC)
  • 60 g de manteiga ou margarina derretida
  • 750 g de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de sal
Modo de preparação
Prep: 50 min | Tempo adicional: 1 hora, descansando
1.
Aqueça o leite numa panela pequena até borbulhar. Então, retire-o do lume. Acrescente o açúcar, mexendo bem para dissolvê-lo. Deixe o leite arrefecer até ficar morno. Numa tigela pequena, dissolva o fermento na água quente. Espere cerca de 10 minutos até obter uma mistura cremosa.
2.
Numa tigela grande, junte o leite com a mistura de fermento, a manteiga e metade da farinha. Bata até obter uma nova mistura homogénea. Acrescente o sal e o resto da farinha. Ou, então, o suficiente para obter uma massa macia. Sove a massa, depois coloque-a numa tigela untada, cubra-a e deixe-a crescer.
3.
Volte a sovar a massa. Abra-a até atingir 1 cm de espessura. Faça círculos usando um cortador de biscoitos ou um copo. Polvilhe o papel-manteiga com farinha e coloque os círculos aí para que possam crescer. Polvilhe os muffins com farinha também. Cubra-os e deixe-os crescer por 30 minutos.
4.
Aqueça uma frigideira untada. Doure os muffins por cerca de 10 minutos de cada lado, em lume médio. Mantenha-os num forno aquecido até todos terem sido assados. Você pode cortá-los ao meio e rechear como quiser.

Enjoy!
cm
English muffin sandwich
Rende: 18 unidades, aproximadamente e fica pronto em 1 hora 50 min

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

CURIOSITIES OF ENGLAND - 12th October

CURIOSITIES OF ENGLAND - 12th October

London Pearly Kings and Queens: Pearly King of Finsbury ParkLondon Pearly Kings and Queens: Pearly Queen of Crystal PalaceThe Pearly Kings and Queens Harvest Festival at St Martin-in-the-Fields on Trafalgar Square ( London). The 'Pearlies' were costermonger's (street seller of fruit; apples, oranges etc.) and their distinctive costumes are said to have sprung from the arrival of a big cargo of pearl-buttons from Japan in the 1860's.

Não percas este excêntrico festival em Londres e não te deixes surpreender por tantas pérolas! Descobre mais em: http://golondon.about.com/od/londonpictures/ig/Pearly-Kings---Queens/
cm
 

English discoveries



A partir de hoje, vamos incluir neste blogue e nos restantes espaços de comunicação da biblioteca escolar a nova rubrica:

ENGLISH DISCOVERIES

Poderás encontrar curiosidades, efemérides, passatempos, e participar também, com ideias, materiais, trabalhos, em torno da língua inglesa.

Para tal, passa na biblioteca ou contacta a professora Carla Marvão, que deixa a seguinte mensagem de boas-vindas:

                            "In the past, nobody had a watch but everyone had time.
                             Now everyone has a watch but nobody has time. True, isnt it?"

                           So find time to discover and enjoy with us.
                           Have a nice day!
                                                                                         cm
                           

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Lê mesmo!

Trazemos-te hoje uma proposta de leitura, à espera de opinião.

O protagonista desta história chama-se Holden Caulfield e tem algumas manias.
A maior talvez seja pensar que é mesmo mau rapaz.

Costuma ser expulso dos colégios:
"Puseram-me a andar. Já não voltava depois das férias do Natal, por ter chumbado a quatro disciplinas e por não me aplicar e isso. Fizeram-me várias advertências para que eu me aplicasse - principalmente a meio dos trimestres, quando os meus pais vinham a uma reunião com o velho Thurmer -, mas eu não liguei."(p.11)

Acha-se um bronco:
"O livro que andava a ler era um que trouxe da biblioteca por engano.(...)Deram-me África Minha, de Isak Dinesen. Pensei que ia ser barrete, mas não. Era um livro bastante bom. Sou bastante inculto, mas leio muito."(p.27)


Diz que tem pouca consideração pelos sentimentos dos outros:
"O que acontece é que a maior parte das vezes,  quando estamos bestialmente perto de fazer aquilo com uma miúda(...), ela põe-se sempre a dizer-nos para parar. O problema comigo é que eu páro mesmo."(p.104)


Tem opiniões muito vagas e pouco consistentes:
"Apetecia-me rezar ou assim, quando estava na cama, mas não conseguia. Nem sempre consigo rezar quando me apetece. Para já, sou um pouco ateu. Gosto de Jesus e assim, mas não ligo grande coisa ao resto das coisas na Bíblia. Vejam os apóstolos, por exemplo.(p.111)


Não tem imaginação nenhuma e a sua vida é cinzentona:
"Eh pá, o medo que me deu. Nem imaginam. Comecei a suar como um camelo - a camisa toda e a roupa interior e tudo. Depois comecei a fazer outra coisa. Cada vez que chegava ao fim do quarteirão, fazia de conta que estava a falar com o meu irmão Allie. Dizia-lhe: Allie, não me deixes desaparecer. Allie, não me deixes desaparecer. Allie, não me deixes desaparecer. Por favor, Allie. E então quando chegava ao outro lado da rua sem ter desparecido, agradecia-lhe."(.p.211)

Isto não é um teste, mas achas que ele é assim tão mau rapaz?

Se quiseres saber mais, passa pela biblioteca:

Salinger, J.D., À espera no centeio.

hr

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Descobre o teu perfil de leitor

Depois da visita à biblioteca, descobre o teu perfil como leitor, a partir da proposta de Andreia Brites:

PERFIL DO LEITOR

Se obtiveste menos de 20 pontos...

Desinteressado:
- "Não gosto de livros, porque me cansam; não me consigo concentrar; não conheço livros sobre assuntos que me interessem; nunca li um livro até ao fim; prefiro pensar noutras coisas em vez de estar a pensar em ler. Biblioteca? Gosto de ir aos computadores."

Entre e 34 pontos...

Reticente:
- "Gosto de ler se o livro me interessar; às vezes até estou a gostar de ler,  mas demoro muito tempo a acabar o livro e depois canso-me; se um amigo me falar de um livro sou capaz de ficar bastante entusiasmado(a); prefiro ler  se souber que tenho tempo para acabar o livro(como nas férias). Tenho cartão da biblioteca e às vezes até trago um livro para casa."

Entre 35 e 54 pontos...

Entusiasta:
- "Gosto muito de ler, mas nem sempre encontro o livro certo; gosto de sugerir livros aos meus amigos; se estou a ler um livro de que gosto muito, não ligo ao que está à minha volta; tenho vários autores e temas preferidos; gosto de ir à biblioteca para ver as novidades; muitas vezes ouço e aceito as sugestões de quem lá trabalha."

Mais de 55 pontos...

Viciado:
- "Adoro ler; assim que acabo um livro, começo logo à procura de outro que me interesse; gosto de cheirar os livros, das capas, das ilustrações, de tudo; sei do que gosto e procuro novos desafios; os livros com muitas páginas não me assustam. Para mim, a leitura é tão importante como o computador ou estar com os amigos. Não me importava de passar a vida na biblioteca ou na livraria."


E que tal? Enquadras-te em que categoria?
Se quiseres dizer-nos, passa pela biblioteca... da tua escola.

HR

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Estudar no estrangeiro - a experiência MIA


Uma novidade para ti neste novo letivo!

A Mobilidade Individual de Alunos COMENIUS (MIA) é uma iniciativa europeia que permite aos alunos do ensino secundário frequentarem uma escola de acolhimento no estrangeiro por um período de três a dez meses. Esta iniciativa visa melhorar o conhecimento dos alunos sobre a diversidade de culturas e línguas europeias e ajudá-los a adquirir as competências necessárias para o seu desenvolvimento pessoal. Tem igualmente por objectivo reforçar a cooperação entre as escolas participantes.

Os alunos participantes, seleccionados pelas escolas, têm de ter uma idade mínima de 14 anos e estar inscritos em regime de tempo completo.

Participam nesta nova acção Comenius todos os países envolvidos no Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida, com excepção do Chipre, Alemanha, Irlanda e Reino Unido.

Contacta a tua Biblioteca Escolar.
Começa em grande o teu ano!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sobre as origens do nosso corpo


Uma proposta de leitura:
Keith Harrison, O nosso corpo - o peixe que evoluiu, Editorial Presença.

Recapitulação sobre o processo de evolução do homem, recuando até aos seus antepassados mais longínquos, os peixes, esta obra apresenta de forma curiosa, com rigor e atualidade, informação sobre os vários estágios da evolução do homem e as marcas deixadas no corpo humano por cada uma dessas etapas.

Este autor inglês, especialista em zoologia, trabalhou no Museu de História Natural de Londres e no Natural Environment Research Council de Inglaterra.

Será esta uma boa forma de começarmos a leitura de férias, quando deixamos o corpo mais à vista?
Respondam-nos, se quiserem, mas, sobretudo...

Que vos saiba bem esta leitura!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Em defesa da língua portuguesa

Integrada na parceria entre a Biblioteca o Clube Europeu e no âmbito de várias atividades subordinadas ao tema "Cidadania - Uma Questão Fundamental", a biblioteca divulga alguma informação sobre o Novo Acordo Ortográfico, a entrar em vigor no próximo ano letivo.
Para além do painel informativo, foi aplicado um inquérito à população escolar, com a colaboração das turmas 8.ºA e 12º.C, pretendendo-se obter alguma informação sobre o grau de utilização correta de algumas das principais regras do Acordo.
Da análise de respostas a um pequeno número de frases ditadas, aleatoriamente, a alunos, professores e assistentes operacionais da escola, podemos concluir que, em 365 ocorrências de palavras com "nova" ortografia, houve um registo de 63 "erros", ou seja, cerca de 17%.
Conclusão: a população escolar inquirida está informada e começa a integrar as novas regras.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Grupo de Teatro da Secundária anima "Obrigado Montemor"

Os alunos do Grupo de Teatro da Escola Secundária, convidados a participar no evento "10 anos/ Obrigado Montemor", tiveram uma brilhante atuação, no passado sábado, 28 de maio,  no Convento da Saudação.
Encenados por Cláudia Gaiolas, os atores prepararam originais performances para interagir com o público que acudiu ao Dia de Portas Abertas, com que Rui Horta  comemorou o décimo aniversário da associação O Espaço do Tempo.
Os alunos intervieram, com leituras encenadas de excertos de cartas de amor, de autores variados, que surpreenderam as pessoas, como se fossem presentadas com verdadeiras e pomposas declarações de afeto.
Outra parte do espétaculo consistiu num "convite a uma sesta", animada por "contos de embalar". Só que estes contos eram versões ironicamente cruéis desses contos, por exemplo, uma versão da Gata Borralheira que não quer casar com o príncipe, pois ele cortara a cabeça, à machadada, a todas as raparigas a quem o sapatinho não servira.
Estes contos foram adaptados da obra homónima da atividade: "Histórias em verso para meninos perversos".
Perguntarão: porquê uma sesta?
Resposta: para os assistentes poderem fechar os olhos e assim melhor ouvirem e saborearem a história.
O público foi unânime no aplauso, por isso, à Biblioteca só resta dar os parabéns aos atores que tão talentosamente animaram este evento oferecido à população montemorense.


 

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A dimensão estética da obra de arte

Manuel Casa Branca, professor de Educação Visual nesta escola, apresentou mais um dos seus trabalhos produzidos enquanto membro da equipa da Biblioteca Escolar, no âmbito do apoio ao desenvolvimento curricular, neste caso, na disciplina de Filosofia, abrangendo todas as turmas de 10º.ano, regidas pela professora Cristina Ferreira.
O ponto de partida, tese desenvolvida através da apresentação e análise de diferentes obras, foi o de que o caráter estético de um objeto não  consiste nas suas propriedades, mas antes na atitude que o sujeito observador assume face a esse objeto. 
O professor organizou a apresentação em torno de quatro tópicos: 
- A linha ortogonal de Piet Mondrian;
- A arte como criação: o problema da autenticidade da obra de arte;
- A linha etrusca;
- A "guerra" do gosto.
Desfilando imagens de obras de arte, da pintura à escultura, da fotografia à instalação, Manuel Casa Branca articulou o seu pensamento com os conteúdos da temática em estudo na aula de Filosofia. 
"Vermelho, vermelho sangue; amarelo indiferença
  Azul, claro, é de quem pensa."
Esta aula foi "azul", claramente, porque o que importa são as ideias geradas pelas obras que o homem produz.